terça-feira, 8 de dezembro de 2009

UM TEXTO...DIÁRIO, SEMANAL...OU DE VEZ EM QUANDO

UM TEXTO...DIÁRIO, SEMANAL...OU DE VEZ EM QUANDO
UM MOMENTO DE REFLEXÃO

Durante o passado fim de semana resolvi hibernar e não abri o computador.

Na segunda-feira, e na habitual visita ao blogue, desejei continuar a hibernação. Alguns dos últimos textos e comentários colocados são, na minha modesta opinião, lugares comuns com alicerces muito frágeis e que resultam em crítica fácil e destrutiva.

O blogue também necessita de quem escreva sobre a vida portuguesa, noutra perspectiva. Falar das mutações de Portugal nos últimos trinta anos: Como mudou a saúde, a educação, a habitação, o desporto amador e profissional, os equipamentos desportivos e sociais, as regalias salariais e sociais dos empregados, as comunicações, as ciências e tecnologia, a cultura, as artes, o tecido empresarial, a mentalidade e os hábitos da grande maioria dos portugueses, o respeito por Portugal no mundo e em particular na Europa, a integração de centenas de milhares de retornados oriundos das ex-colónias, a posição cimeira de Portugal nas novas tecnologias, etc.
Devemos falar com ênfase, do que é regra e não da excepção.
Devemos falar positivo e não negativo. Deixemos de ser os "velhos do Restelo".

Um país com oito séculos de existência, com a riqueza da nossa história e participação no mundo, deve merecer maior patriotismo.
Devemos apoiar tudo o que foi bem feito, deixando de olhar só para o nosso umbigo.
Temos de ser solidários com todos aqueles que ao longo de décadas, abdicaram de parte da sua vida em prol do país...e são muitos. Esses merecem o nosso testemunho de gratidão e a melhor forma de o fazer é enaltecer o seu trabalho, não os englobando nos "outros" que, felizmente, são muito poucos. Aos últimos, devemos ignorá-los e não publicitá-los.

Pela nossa idade, experiência de vida e sobretudo por sabermos como era este país há trinta anos, é nossa OBRIGAÇÃO ajudarmos a melhorar o que não está bem, construindo e não destruindo. Meus caros costeletas, a escrita é um veículo de comunicação terrível, e deverá ser utilizado com rigor e honestidade intelectual.
Jorge Tavares
costeleta 1950/56

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